Etapa 1: Aquário e sump

Prefira um aquário de vidro 100% transparente com sump (traseiro ou inferior). O sump abriga skimmer, bombas, aquecedor e reposição — deixando o display limpo e somando volume que estabiliza tudo.

Etapa 2: Substrato e rocha

Arl 2–3 cm de areia própria para marinho e posicione a rocha viva formando cavernas e passagens (estrutura estável e fluxo livre). A rocha é a filtragem biológica principal do sistema.

Etapa 3: Água e parâmetros

Etapa 4: Ciclagem e vida

Adicione uma fonte de amônia e acompanhe os testes até o ciclo fechar (amônia e nitrito zero). Depois: primeiro peixe (só um), observação por semanas, gradualidade para o resto. Corais por último, com cálcio e alcalinidade sob controle.

💡 Dica da fábrica: Anote tudo: data, dosagens, leituras de teste. O 'diário de bordo' do marinho transforma erro em aprendizado — e é o que separa reef estável de reef eternamente em crise.

Precisa de um aquário para começar?

Fabricamos todos os tipos: simples, curvos, com sump, marinho, jumbão e sob medida.

Ver Marinho e Jumbão

Perguntas Frequentes

Rocha seca pode substituir a rocha viva?
Pode (e é mais barata e livre de pragas), mas precisa ser curada igualmente. Muitos montam com mistura: seca como estrutura + viva como biodiversidade.
Preciso de iluminação cara desde o dia 1?
Se o plano inclui corais, sim — compre certa desde o começo evita troca em 6 meses. Só peixes? Luz básica acompanha por anos.
Quanto tempo entre cada peixe novo?
Regra prática: um peixe novo a cada 2–3 semanas, monitorando amônia. O sistema precisa acompanhar a carga.